segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Sem tempero e sem molho, Alckmin é o prato insosso da direita em 2018


aecioalckmin
A formalização da saída de Luciano Huck da disputa presidencial, formalizada hoje, gerou, como era previsível, uma “freada de arrumação” no campo da direita para a eleição de 2018.
A renúncia dupla de Tasso Jereissati e Marconi Perillo à briga pela presidência do PSDB foi quase imediata e consolidou, de uma vez por todas, que Geraldo Alckmin é , ao menos com valor declaratório, o candidato presidencial das alas tucanas. Uma, porque ficou sem plano “B”; outra, porque Michel Temer não tem nem é uma alternativa minimamente viável, neste momento.
Até Aécio Neves reconheceu agora há pouco em O Globo que Alckmin é a “solução natural” tucana. Além de Arthur Virgílio Neto ,  que diz querer ser candidato, sem expressão alguma para isso – só quem ainda não manifestou apoio a essa fórmula foi, justamente, o ex-pupilo de Alckmin, o agora órfão João Dória.
Ficou sem saída e, provavelmente, sem candidatura alguma: nem presidencial nem ao Governo do Estado.
Ninguém espere de Alckmin discursos histéricos ou a busca desenfreada, como fazia Dória, de ser o “anti-Lula”. Ele trabalha para ocupar este papel na prática, não no discurso. Confia que a máquina partidária, seu tempo de televisão  e o peso econômico e eleitoral de São Paulo bastarão para tomar o segundo lugar de Bolsonaro e ser o anti-Lula eleitoral.
Quanto a Michel Temer vai manter-se tucanamente no muro: nem contra, nem a favor, muito antes pelo contrário.
A recíproca não é verdadeira: embora sem muitas palavras, Temer fará o que puder contra Alckmin, enquanto  ainda puder fazer alguma coisa.

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