sexta-feira, 26 de maio de 2017

Então é Sexta- Feira...

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Câmara do Recife aprova “voto de repúdio” a vereadora gaúcha que ofendeu os nordestinos




Por proposição do vereador Romero Albuquerque (PP), a Câmara Municipal do Recife aprovou ontem um “voto de repúdio” à vereadora Eleanora Broilo (PMDB), do município de Farroupilha (RS), que num debate sobre corrupção disse que “os nordestinos sabem muito bem se unir, sim, mas para roubar”. Para o representante do PP, o “discurso de ódio” da vereadora gaúcha não poderia ficar sem resposta da Câmara Municipal do Recife.
“Solicito esse voto de repúdio e peço à Comissão de Ética da Câmara Municipal de Farroupilha que abra um processo contra essa vereadora, para cassação do seu mandato, a fim de que discursos como o dela não mais se repitam”, declarou Romero Albuquerque. Paralelamente, ele também solicitou aos vereadores do PMDB que enviem um ofício ao presidente do partido no Rio Grande do Sul pedindo a expulsão da vereadora dos seus quadros por “xenofobia”.
O vereador e ex-presidente da OAB-PE, Jayme Asfora (PMDB), afirmou que a entidade também decidiu entrar na briga. “A OAB de Pernambuco já tomou providências jurídicas quanto a essa vereadora. Eu advogo que, assim como ela, todos os que estão envolvidos na Lava Jato também sejam expulsos do PMDB. Mas acho melhor que esta Casa tome uma posição de repúdio suprapartidária”, declarou Asfora.
A OAB-PE decidiu solicitar à Câmara de Farroupilha uma cópia da ata da sessão da última segunda-feira (22), na qual a vereadora Eleonora Broilo fez comentários preconceituosos sobre os nordestinos para tomar as providências cabíveis.

Mais um crime na Cidade de Casinhas-PE , na comunidade areia de chatinha.


Mais um crime de morte  foi registrado em Casinhas, Agreste de Pernambuco, de acordo com 
informações de populares, foi morto no final da tarde de ontem quinta (25), o Antônio do areial 
como é conhecido. 

Não há informação sobre a motivação ou acusados do crime, a vítima trabalhava no areial quando foi alvejado por
 disparos de arma de fogo e tombou no local. A polícia investiga o caso.


TEMER TRAMA PARA ADIAR SUA “MORTE” NO TSE




Investigado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, além de alvo de 14 pedidos de impeachment, Michel Temer tenta tirar uma nova carta da manga para se manter no cargo – e garantir seu foro privilegiado; segundo o colunista Josias de Souza, ele articula o apoio de um ministro no Tribunal Superior Eleitoral, que pediria vistas e adiaria o julgamento previsto para 6 de junho; a queda pelo TSE vinha sendo tratada pelo PSDB como a "saída honrosa" para Temer, mas ele pretende lutar para ficar, mesmo sendo rejeitado por 95% dos brasileiros. BR 247

quinta-feira, 25 de maio de 2017

EXCLUSIVO: VEJA OS DOCUMENTOS ANEXADOS À DELAÇÃO DA JBS CONTRA PAULO CÂMARA, GERALDO JÚLIO E FERNANDO BEZERRA COELHO, DO PSB DE PERNAMBUCO Em delação premiada perante a Procuradoria Geral da República, o executivo Ricardo Saud, da JBS, revelou que logo após a morte do ex-governador Eduardo Campos, o então candidato ao governo do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara, acompanhado do já prefeito do Recife, Geraldo Júlio, teriam-no procurado para pedir o que o próprio delator chamou, em vídeo divulgado pelo telejornal NETV, da Rede Globo, de "propina", para ajudar a eleger Paulo Câmara governador. Em seu depoimento, o delator Ricardo Saud afirma que Geraldo Júlio e Paulo Câmara teriam feito, inclusive, um apelo sentimental à memória de Campos. Para corroborar seu depoimento, Saud menciona a utilização de empresas que teriam sido utilizadas como intermediárias para que os pagamentos para as campanhas de Eduardo Campos à presidência, de Paulo Câmara ao governo do Estado e de Fernando Bezerra Coelho, ao Senado, fossem realizados, chegando a citar valores e até números de notas fiscais "frias" utilizadas na "lavagem" do dinheiro repassado às campanhas do dois candidatos. No Anexo 36, da delação premiada de Ricardo Saud, há notas e apontamentos feitos de próprio punho, indicando que do dinheiro repassado pela JBS ao PSB, R$ 11.100.000,00 teriam sido para a Nacional, R$ 2.950.000,00 para a Regional pernambucana, já que no cabeçalho são indicados apenas os nomes de Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho e outros R$ 400 mil para o PPL, Partido da Pátria Livre, de São Paulo, da cota destinada pela JBS ao pagamento do que os próprios executivos da JBS chamam de "propina" ao PSB, sendo que desses valores, R$ 3 milhões teriam sido em espécie e R$ 1.210.000,00 em notas fiscais "frias", totalizando R$ 18.660.000,00. Segundo Saud, para operacionalizar os pagamentos as empresas utilizadas teriam sido a HMJ Consultoria Econômica Ltda., indicada pelo operador de Eduardo Campos em São Paulo, de nome Henrique Costa, entretanto, quem assina o contrato fictício de prestação de serviços anexado à delação, como prova, pela JBS, na condição de representante da HMJ é uma pessoa de nome Mirian Costa. Outra empresa apontada como "laranja" nas operações de lavagem é a Arcos Propaganda, que teria sido utilizada por um intermediário do senador Fernando Bezerra Coelho, o empresário André Gustavo. Além das notas, Ricardo Saud fez anexar à sua delação, contratos de prestação de serviço que afirma fictícios, notas fiscais e comprovantes de transferências bancárias, que podem ser conferidos adiante: MATÉRIA VEICULADA NO NETV COM O VÍDEO DA DELAÇÃO DE RICARDO SAUD





Em delação premiada perante a Procuradoria Geral da República, o executivo Ricardo Saud, da JBS, revelou que logo após a morte do ex-governador Eduardo Campos, o então candidato ao governo do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara, acompanhado do já prefeito do Recife, Geraldo Júlio, teriam-no procurado para pedir o que o próprio delator chamou, em vídeo divulgado pelo telejornal NETV, da Rede Globo, de "propina", para ajudar a eleger Paulo Câmara governador. Em seu depoimento, o delator Ricardo Saud afirma que Geraldo Júlio e Paulo Câmara teriam feito, inclusive, um apelo sentimental à memória de Campos. 

Para corroborar seu depoimento, Saud menciona a utilização de empresas que teriam sido utilizadas como intermediárias para que os pagamentos para as campanhas de Eduardo Campos à presidência, de Paulo Câmara ao governo do Estado e de Fernando Bezerra Coelho, ao Senado, fossem realizados, chegando a citar valores e até números de notas fiscais "frias" utilizadas na "lavagem" do dinheiro repassado às campanhas do dois candidatos.

No Anexo 36, da delação premiada de Ricardo Saud, há notas e apontamentos feitos de próprio punho, indicando que do dinheiro repassado pela JBS ao PSB, R$ 11.100.000,00 teriam sido para a Nacional, R$ 2.950.000,00 para a Regional pernambucana, já que no cabeçalho são indicados apenas os nomes de Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho e outros R$ 400 mil para o PPL, Partido da Pátria Livre, de São Paulo, da cota destinada pela JBS ao pagamento do que os próprios executivos da JBS chamam de "propina" ao PSB, sendo que desses valores, R$ 3 milhões teriam sido em espécie e R$ 1.210.000,00 em notas fiscais "frias", totalizando R$ 18.660.000,00.



Segundo Saud, para operacionalizar os pagamentos as empresas utilizadas teriam sido a HMJ Consultoria Econômica Ltda., indicada pelo operador de Eduardo Campos em São Paulo, de nome Henrique Costa, entretanto, quem assina o contrato fictício de prestação de serviços anexado à delação, como prova, pela JBS, na condição de representante da HMJ é uma pessoa de nome Mirian Costa. 

Outra empresa apontada como "laranja" nas operações de lavagem é a Arcos Propaganda, que teria sido utilizada por um intermediário do senador Fernando Bezerra Coelho, o empresário André Gustavo. 

Além das notas, Ricardo Saud fez anexar à sua delação, contratos de prestação de serviço que afirma fictícios, notas fiscais e comprovantes de transferências bancárias, que podem ser conferidos adiante:




















MATÉRIA VEICULADA NO NETV COM O VÍDEO DA DELAÇÃO DE RICARDO SAUD




Em delação premiada perante a Procuradoria Geral da República, o executivo Ricardo Saud, da JBS, revelou que logo após a morte do ex-governador Eduardo Campos, o então candidato ao governo do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara, acompanhado do já prefeito do Recife, Geraldo Júlio, teriam-no procurado para pedir o que o próprio delator chamou, em vídeo divulgado pelo telejornal NETV, da Rede Globo, de "propina", para ajudar a eleger Paulo Câmara governador. Em seu depoimento, o delator Ricardo Saud afirma que Geraldo Júlio e Paulo Câmara teriam feito, inclusive, um apelo sentimental à memória de Campos. 

Para corroborar seu depoimento, Saud menciona a utilização de empresas que teriam sido utilizadas como intermediárias para que os pagamentos para as campanhas de Eduardo Campos à presidência, de Paulo Câmara ao governo do Estado e de Fernando Bezerra Coelho, ao Senado, fossem realizados, chegando a citar valores e até números de notas fiscais "frias" utilizadas na "lavagem" do dinheiro repassado às campanhas do dois candidatos.

No Anexo 36, da delação premiada de Ricardo Saud, há notas e apontamentos feitos de próprio punho, indicando que do dinheiro repassado pela JBS ao PSB, R$ 11.100.000,00 teriam sido para a Nacional, R$ 2.950.000,00 para a Regional pernambucana, já que no cabeçalho são indicados apenas os nomes de Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho e outros R$ 400 mil para o PPL, Partido da Pátria Livre, de São Paulo, da cota destinada pela JBS ao pagamento do que os próprios executivos da JBS chamam de "propina" ao PSB, sendo que desses valores, R$ 3 milhões teriam sido em espécie e R$ 1.210.000,00 em notas fiscais "frias", totalizando R$ 18.660.000,00.



Segundo Saud, para operacionalizar os pagamentos as empresas utilizadas teriam sido a HMJ Consultoria Econômica Ltda., indicada pelo operador de Eduardo Campos em São Paulo, de nome Henrique Costa, entretanto, quem assina o contrato fictício de prestação de serviços anexado à delação, como prova, pela JBS, na condição de representante da HMJ é uma pessoa de nome Mirian Costa. 

Outra empresa apontada como "laranja" nas operações de lavagem é a Arcos Propaganda, que teria sido utilizada por um intermediário do senador Fernando Bezerra Coelho, o empresário André Gustavo. 

Além das notas, Ricardo Saud fez anexar à sua delação, contratos de prestação de serviço que afirma fictícios, notas fiscais e comprovantes de transferências bancárias, que podem ser conferidos adiante:




















MATÉRIA VEICULADA NO NETV COM O VÍDEO DA DELAÇÃO DE RICARDO SAUD


POLICIAL MATA ESPOSA E DIZ QUE ESTAVA POSSUÍDO POR ET EM JABOATÃO DOS GUARARAPES

LeiaJá
 Crime aconteceu na Rua Vale do Amanhecer, em Curado III, Jaboatão dos Guararapes Reprodução/Google Street View
Um policial civil foi preso nesta terça-feira (23) pelo assassinato da esposa no bairro de Curado III, em Jaboatão dos Guarapes, Região Metropolitana do Recife (RMR). O comissário, identificado como José Geraldo da Silva Bezerra, de 41 anos, diz, entretanto, que o crime foi cometido por um extraterrestre que tomou conta de seu corpo.
O crime aconteceu por volta das 8h desta terça e a vítima morreu no local. Ela e o comissário já eram casados há 16 anos e tinham uma filha de cinco. A criança estava na residência durante o crime.
Segundo o delegado Francisco Diógenes, a mulher levou um tiro entre os seios dentro do quarto do casal. Ela já havia deixado a residência na noite anterior incomodada com o fato do companheiro estar falando sobre extraterrestres.
Ainda de acordo com Diógenes, José Geraldo falava com naturalidade sobre o ET ter possuído seu corpo e diz que não teve culpa alguma. "Não dá para saber se ele tem algum problema mental ou se falava isso por 'safadeza'", comentou o delegado.
José Geraldo foi autuado em flagrante por homicídio e será encaminhado na manhã da quarta-feira (24) para a audiência de custódia. Ele trabalhava na Delegacia de Homicídios de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco. 

O Quê?Brasil Perplexo! Moro Inocenta Mulher de Eduardo Cunha!

 Moro absolve Cláudia

Cláudia Cruz e Eduardo Cunha
O Juiz federal Sérgio Moro absolveu nesta quinta-feira, 25, a mulher do ex-
presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Cláudia Cruz, dos crimes de 
lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas, em processo na Operação 
Lava Jato. O magistrado apontou 'falta de prova suficiente de que (Cláudia Cruz) 
agiu com dolo' ao manter conta na Suíça com mais de US$ 1 milhão, dinheiro supostamente oriundo de propina recebida pelo marido.
'Absolvo Cláudia Cordeiro Cruz da imputação do crime de lavagem de dinheiro e 
de evasão fraudulenta de divisas por falta de prova suficiente de que agiu com 
dolo', assinalou Moro.
A Procuradoria da República apontou na denúncia contra Cláudia que a elevada 
quantia abrigada na conta secreta na Suíça lhe garantia uma vida de esplendor no exterior. O rastreamento de seu cartão de crédito revelou gastos com roupas de 
grife, sapatos e despesas em restaurante suntuosos de Paris, Roma e Lisboa.
Na sentença, o juiz listou 13 compras em alguns dos endereços mais famosos do mundo: Prada , Chanel, Louis Vitton e Balenciaga. Segundo o magistrado, 'gastos 
de consumo com produto do crime não configuram por si só lavagem de dinheiro'.
'A acusada teve participação meramente acessória e é bastante plausível a sua 

alegação de que a gestão financeira da família era de responsabilidade do marido
 e de que, quanto à conta no exterior, ela tinha presente somente que era titular de
 um cartão de crédito internacional', anotou Moro.
Moro destacou que 'não há nada de errado nos gastos em si mesmos, mas são eles
 extravagantes e inconsistentes para ela e para sua família, considerando que o 
marido era agente público'
'Deveria, portanto, a acusada Cláudia Cordeiro Cruz ter percebido que o padrão de
 vida levado por ela e por seus familiares era inconsistente com as fontes de renda 
e o cargo público de seu marido', observou Moro.
'Embora tal comportamento seja altamente reprovável, ele leva à conclusão de que 
a acusada Cláudia Cordeiro Cruz foi negligente quanto às fontes de rendimento do marido e quanto aos seus gastos pessoais e da família', advertiu o juiz da Lava Jato.
Segundo Moro, a negligência de Cláudia não é 'suficiente para condená-la por
 lavagem dinheiro'.
O magistrado alertou que 'a absolvição da imputação criminal não impede, porém, eventual responsabilização cível para a devolução do produto do crime gasto de maneira negligente'.
Esta ação teve origem em contrato de aquisição pela Petrobrás dos direitos de participação na exploração de campo de petróleo na República do Benin, país 
africano, da Compagnie Beninoise des Hydrocarbures Sarl CBH. O negócio teria envolvido o pagamento de propina a Cunha de cerca de 1,3 milhão de franços 
suíços, correspondentes a cerca de US$ 1,5 milhão.
Segundo o Ministério Público Federal, parcela da propina recebida por Eduardo 
Cunha no contrato de Benin teria sido repassada à conta secreta na Suíça 
denominada de Kopek, de titularizada por Cláudia.
Também eram réus Jorge Luiz Zelada, ex-diretor da Área Internacional da estatal petrolífera, João Augusto Rezende Henriques e Idalecio Oliveira, empresário
 português proprietário da CBH (Companie Beninoise des Hydrocarbures Sarl).
Na mesma decisão, Moro condenou Jorge Luiz Zelada por corrupção passiva a seis anos de prisão. Zelada já está condenado em outra ação da Lava Jato.
Também foi condenado o suposto operador de propinas do PMDB João Augusto Henriques, que pegou sete ano por corrupção e lavagem de dinheiro. Henriques 
foi absolvido do crime de evasão fraudulenta de divisas.
O empresário português Idalecio de Castro Rodrigues de Oliveira, apontado como pagador de propina sobre o Campo de Benin, foi absolvido.
Segundo a denúncia, Cláudia Cruz era 'a única controladora da conta em nome da offshore Köpek, na Suíça, por meio da qual pagou despesas de cartão de crédito no exterior em montante superior a US$ 1 milhão num prazo de sete anos (2008 a 
2014)'. O Ministério Público Federal apontou que o valor de US$ 1 milhão gasto por Cláudia é 'totalmente incompatível com os salários e o patrimônio lícito de seu 
marido'. Quase a totalidade do dinheiro depositado na Köpek (99,7%) teve origem
 nas contas Triumph SP (US$ 1.050.000,00), Netherton (US$ 165 mil) e Orion SP 
(US$ 60 mil), todas pertencentes a Eduardo Cunha.